Luto
num compasso muito lento, próprio do desespero ante ao escasso.
Instala-se a espera do lapso. Talvez fique sonolenta. Que apague e sonhe
comigo. Oxalá que sonhe e apague comigo. Que seja suor essa lágrima que
fissura a penumbra decotada por máscaras. Seu servo e verso. Reflexo pantomímico do seu eu mais profundo e lasso.
@ Leila Castro
https://www.facebook.com/photo.php?fbid=235398313277437&set=a.209591772524758.1073741828.209586345858634&type=1&permPage=1
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